sábado, outubro 27, 2007

Sem dar noticias...

Bem vim só aqui dizer "Olá" uma vez que nao dou notícias há algum tempo. Está tudo bem por cá, infelizmente o tempo é que nao está grande coisa: sim faz imenso frio à noite. Já se usam casacos compridos, camisolas de gola alta, botas para o frio, etc. etc.

Quanto ao resto se querem saber aqui sai-se praticamente todos os dias lol nao há um único dia em que nao se veja na rua alguém bourré (bêbedo). Já falo um pouco melhor o francês, mas ainda nao percebo tudo.

Em breve começo a escrever cartas para o pessoal e enviar postais desta "vila" que até é engraçada.

Beijo grande com muita saudade

quinta-feira, outubro 04, 2007

Quem espera sempre alcança

Pois e bebes.. depois de uma semana e pouco de estar na Suiça aqui vai um postezinho!! =) Nao tenho muito ainda para contar porque, desde que cheguei a Saint Maurice, tenho estado a trabalhar.. e quem diria que a "Miss Peneiras" estaria num cafe lol. Isto aqui e lindo. Vejo os Alpes à minha direita, à minha esquerda, à frente, dos lados lol assim que tiver fotos lindas publico.
Nao e facil estar aqui e ter familia ajuda um pouco, mas nao chega. Sinto a falta dos meus pais, dos meus amigos, da minha Mila, da Guida a mandar vir cmg ( a minha maezinha...), da comida portuguesa, das porcarias que comia em Portugal... de tudo! Mas nem tudo e mau: estou aperfeiçoar o meu françês ( incluindo as asneiras :P); ando rodeada de tugas por todo lado por ando ando e so portugueses; ja apanhei buba lol (eu tinha que batizar o sitio ihihih); etc. etc.
Em breve faço anos e sinto nostalgia de tudo que deixei para tras: estar aqui nao e o mesmo que estar em Lx, pois numa hora e meia meto-me em casa (com a excepçao da Linda que numa hora tou em Sta ;).
Nao se esqueçam de mim que eu nao me esqueço de voces. Gros bisous

P.S nao consigo escrever como deve ser, aqui nao tem os nossos acentos... e um atrofio

segunda-feira, setembro 17, 2007

ABRAÇOS

"É impressionante o que um abraço pode fazer,
Um abraço nos anima a continuar a viver,
Um abraço transmite amor de amigo,
"Ainda que vás, estarei contigo."
Um abraço tb diz: "Que bom te ver"
"Por onde você andou?"
Um abraço consola-nos
É o arco-íris depois da chuva
Um abraço, meu amigo, pode crer
Sem ele ninguém poderia viver.
Como são animadores os abraços,
por isso é que Deus nos deu braços!
Abraços são óptimos para pais e mães,
É um acto de amor entre irmãos e irmãs,
Uma das coisas mais bonitas!
Quebra as barreiras da linguagem,
Compensa qualquer desvantagem.
Não se preocupe em os poupar,
Quanto mais der, mais vai ganhar.
Então olhe para alguém ao seu lado,
E dê-lhe já um abraço bem apertado!"

quinta-feira, setembro 06, 2007

É a isto que se chama amor?!

Aqui vai um excerto de um livro que adorei ler escrito pelo Paulo Coelho.

"- Amar é perigoso.
- Eu sei disso - respondi - Já amei antes. Amar é como uma droga. No princípio vem a sensação de euforia, de total entrega. Depois, no dia seguinte, tu queres mais. Ainda não te viciaste, mas gostaste da sensação e achas que podes mantê-la sob controlo. Pensas durante dois minutos nela e esqueces por três horas.
Mas aos poucos, acostumas-te com aquela pessoa, e passas a depender completamente dela. Então, pensas por três horas e esqueces por dois minutos. Se ela não está perto, experimentas as mesmas sensações que os viciados têm quando não conseguem arranjar droga. Nesse momento, assim como os viciados roubam e se humilham para conseguir o que precisam, tu estás diposto a fazer qualquer coisa pelo amor."

terça-feira, agosto 21, 2007

Acabou-se

Pois é... 2 semanas passaram-se num instante e ontem regressei ao trabalho!!! Uma seca, mas não posso negar que senti saudades daquilo (devo estar doente).

Em Setembro regresso definitivamente a Santo André e aproveito os últimos cartuchos com o pessoal! Mais novidades virão ;)

Beijos

sexta-feira, agosto 10, 2007

Obrigado!!

Quero agradecer em meu nome (e acredito que também em nome de muita gente!!!) à Sílvia e à Mónica por me terem proporcionado a bela da bebedeira na passada terça-feira.
Um bem-haja e que trabalhem por longos e vastos anos para mais tarde recordarmos as noites como aquelas :D lolol

Kisses ;)

domingo, agosto 05, 2007

Parabéns Pedro!!!!!

Mais um ano se passou e o espírito continua sempre o mesmo. Desde a ida à praia, na parte da tarde, e acabar a noite na Lagoa o ritual mantém-se há alguns anos. E com toda a certeza afirmo que o Pedro é o meu melhor amigo, o meu "amanti" com quem posso contar para tudo.
Aqui vão algumas das fotos para o pessoal poder ver.






P.S Patrícia desculpa lá, mas quem foi a primeira este ano fui eu ;) tenta para o ano.. pode ser que FINALMENTE consigas ser a primeira a dar os parabéns ao teu namorado!!!!! :P *s







As três gaijas :D















A bela da loira não faltou a ninguém
















Eu, Sílvia e emplastro!!










O aniversariante!!!!!









"A" caipirinha na Lagoa!!!!










E a minha loira ;)















P.S 2 Só faltavas tu Fifi *

terça-feira, julho 31, 2007

"Como é facil ser difícil"

Aqui vai um dos textos que leio, aleatoriamente, no Maktub de Paulo Coelho. Ser difícil acaba por ser a maneira mais fácil de se encarar a vida.

"Como é fácil ser difícil. Basta ficar longe dos outros e, dessa maneira, nunca vamos sofrer. Não vamos correr os riscos do amor, das decepções, dos sonhos frustrados.
Como é fácil ser difícil. Não precisamos de nos preocupar com os telefonemas que precisam de ser feitos, com as pessoas que pedem a nossa ajuda, com a caridade que é necessário fazer.
Como é fácil ser difícil. Basta fingir que estamos numa torre de marfim, que jamais derramamos uma lágrima. Basta passar o resto da nossa existência a representar um papel.
Como é fácil ser difícil. Basta abrir mão do que existe de melhor na vida."

segunda-feira, julho 30, 2007

Mais um cheirinho a férias...

Como o título do post indica aqui vai mais um pouco daquilo a que chamo "projecto" de férias:


A bela da caipirinha quando nos enganamos no caminho entre Ourém e Tomar






Quando pensavamos estar no caminho certo






Até aos Açores fomos lá ter!!!!!



















Na bela da Mirandela!!!!! E....


...... a minha afilhada quando deixou o balão dela voar:


















E eu depois de ter dançado Quim Barreiros (só porque a "rainha" fazia anos!)




Haverá mais da festa do Hélder e do Pedro :D beijo

segunda-feira, julho 16, 2007

Um cheirinho a férias

Para quem diz que não faço nada aqui vai um pouco daquilo do "nada" lá para os lados do nosso LA (Litoral Alentejano) eheh... Uns corninhos aqui e ali (a matrícula já diz"muuuuuu")














Aqui vai uma para a maluqueira :D




... e na praia com uns palhacitos!!!
















Quero mais dias destes!!!!!! Em Agosto prometo ficar até 2 semanas seguidas (para mal dos pecados desta gente :P)

quinta-feira, julho 12, 2007

São João

Bem sei que já vai um pouco tarde, mas... NUNCA É TARDE PARA SE VER O QUE É REALMENTE BOM!!!!!!!!!!!! :D
Estas fotos mostram um pouco daquilo que foi uma das noites mais loucas:

Na Avenida dos Aliados com os martelos para dar a quem se metesse com a gente!!!

















Perto da Ribeira

















(tanta martelada que levei!!!! - mas também dei :D)


E nas Fontainhas






















Está garantido que para o ano lá voltarei ;)

P.S Venha São Pedro de Moel e mais os torneios de vólei de praia!!!!!!

quarta-feira, junho 13, 2007

???????


Alguém irá sentir realmente a minha falta? Reformulo a pergunta: alguém sente mesmo a minha falta?????

sexta-feira, junho 08, 2007

Dito por alguém...

Numa certa tarde, depois de uma certa bênção, uma certa pessoa antes do almoço disse esta frase:

"A minha mãe é como a TVI: está em todo o lado"...

... nessa mesma tarde houve outra pessoa que disse:

"Não sei se te hei-de pôr em saldo ou se te dou o desconto"


Fora de contexto não tem piada nenhuma :P *s

Álvaro de Campos - Fernando Pessoa

TABACARIA

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei-de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!

Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas –
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas –,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha,
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantámo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via&Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, sem rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu, que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno – não concebo bem o quê –,
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei, e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.

Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-te como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.

O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o: é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me,
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.

P.S Retrata um pouco o meu estado espírito!!E peço desculpa pelo tamanho :p

Jack the Pumpkin King

Depois de tanto tempo sem escrever no blog aqui vai uma pequena demonstração do que tenho estado a ver e que "entrou" na minha vida há pouco tempo. Recomendo vivamente o visionamento do filme The Nightmare before Christmas. É bastante giro mesmo tendo recebido críticas devido à "agressividade" eu deixaria que os meus filhos o vissem. Fica então a letra de uma das muitas músicas que são cantadas pelos três pestinhas do filme aquando do rapto do Sandy Claws aka Santa Claus.

Kidnap Mr. Sandy Claws

"LOCK
I wanna do it

BARREL
Let's draw straws

SHOCK
Jack said we should work together
Three of a kind

LOCK, SHOCK, AND BARREL
Birds of a feather
Now and forever
Wheeee
La, la, la, la, la

Kidnap the Sandy Claws, lock him up real tight
Throw away the key and then
Turn off all the lights

SHOCK
First, we're going to set some bait
Inside a nasty trap and wait
When he comes a-sniffing we will
Snap the trap and close the gate

LOCK
Wait! I've got a better plan
To catch this big red lobster man
Let's pop him in a boiling pot
And when he's done we'll butter him up

LOCK, SHOCK, AND BARREL
Kidnap the Sandy Claws
Throw him in a box
Bury him for ninety years
Then see if he talks

SHOCK
Then Mr. Oogie Boogie Man
Can take the whole thing over then
He'll be so pleased, I do declare
That he will cook him rare

LOCK,SHOCK, AND BARREL
Wheeee

LOCK
I say that we take a cannon
Aim it at his door
And then knock three times
And when he answers
Sandy Claws will be no more

SHOCK
You're so stupid, think now
lf we blow him up to smithereens
We may lose some pieces
And then Jack will beat us black and green

LOCK,SHOCK, AND BARREL
Kidnap the Sandy Claws
Tie him in a bag
Throw him in the ocean
Then, see if he is sad

LOCK AND SHOCK
Because Mr. Oogie Boogie is the meanest guy around
If I were on his Boogie list, I'd get out of town

BARREL
He'll be so pleased by our success
That he'll reward us too, I bet

LOCK, SHOCK, AND BARREL
Perhaps he'll make his special brew
Of snake and spider stew
Ummm!

We're his little henchmen and
We take our job with pride
We do our best to please him
And stay on his good side

SHOCK
I wish my cohorts weren't so dumb

BARREL
I'm not the dumb one

LOCK
You're no fun

SHOCK
Shut up

LOCK
Make me

SHOCK
I've got something, listen now
This one is real good, you'll see
We'll send a present to his door
Upon there'll be a note to read
Now, in the box we'll wait and hide
Until his curiosity entices him to look inside

BARREL
And then we'll have him
One, two, three

LOCK, SHOCK, AND BARREL
Kidnap the Sandy Claws, beat him with a stick
Lock him up for ninety years, see what makes him tick

Kidnap the Sandy Claws, chop him into bits
Mr. Oogie Boogie is sure to get his kicks
Kidnap the Sandy Claws, see what we will see
Lock him in a cage and then, throw away the key"

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

De Zarolha a Ver Bem

Bem... A pedido de algumas famílias aqui vai um post. É verdade há muito que não escrevo, mas também o tempo é escasso e outras coisas se sobrepõe umas às outras!
Para quam ainda não sabia fui submetida a uma intervenção cirúrgica. Não estou doente (graças a Deus). A verdade é que já não uso óculos.

Desde o dia 1 deste mês. É um alívio acreditem. Usei óculos durante 10 anos e ainda me lembro o quanto eu queria usá-los. Que estupidez. Naquela altura queria que reparassem em mim. Quando descobri as lentes de contacto foi um modo de poder sentir que era mais natural. O facto de poder ter feito a cirurgia foi como uma bênção. Confesso que do olho esquerdo ainda não recuperei, mas o Oftalmologista diz que está tudo ok!

Para quem está pensar fazer: aconselho! Não há nada a perder a não ser dinheiro e uma boa seguradora (pode ser que pague a operação)!!!!!

P.S Curiosamente o post não coincide com o Dia dos Namorados. E ainda bem. Não gosto deste dia. Não me traz recordações algumas. Dia dos Namorados é como o dia de Natal: "é quando o Homem quiser". Cambada de consumistas. Só és encalhado porque queres

P.S 2 Tentarei ser mais assídua

P.S 3 *s.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

...

Como o ditado diz: "Ano Novo, Vida Nova". Muitas vezes não se aplica, mas este ano para mim tem muito que se lhe diga.
Cheguei à conclusão que os VELHOS amigos e a família estão lá sempre. Dar o valor e a devida importância a quem precisa e merece.
Quanto aos novos amigos depende. Uma pessoa empenha-se e no fim de contas apercebe-se que não há mais nada a fazer para além da ruptura definitiva. Não são todos assim, confesso. Porém, com algumas delas teve de ser assim.
Estou a precisar de umas férias... O trabalho já sobrepõe-se há bastante tempo, mas se não for também não recebo e a irresponsabilidade vem ao de cima quando ha outras pessoas a contar comigo.

Peace *

quarta-feira, dezembro 27, 2006

2007


Mais um Natal que se passou... Agora que venha o Ano Novo!!! Pois é.. esta foto retrata o estado em que milhares de pessoas vão ficar. Não, não me incluo nesses milhares porque é certinho que eu só toque no champanhe e nada mais!!! Disso podem ter certeza ;)
Que este novo ano vos traga tudo que não tiveram até agora e que o desejam. Que acabem o curso, que façam muito amor, que bebam muito, que se irritem muito, que stressem muito, mas que acima de tudo tenham muita saúde, família e amigos que vos amparem. A meu ver (e de muitos outros) são eles que nos dão força para continuarmos a viver. Se assim não fosse onde é que eu já estaria. O meu muito obrigada a vocês todos e que me porporcionem um 2007 bastante melhor que 2006.




P.S Aos novos amigos que ganhei: espero poder contar convosco e vice-versa!!!

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Feliz Natal!!!!

Parece que não foi há muito que o Verão se foi embora, no entanto já estamos na época da engorda, do consumismo e do frio. Não venho fazer qualquer reclamação só refilo do frio mesmo!!
Venho desejar:




... para todos. Abusem nos doces, enfartem-se de bacalhau e perú. Quanto ao álcool não comento uma vez que o Ano Novo está à porta!!!! Façam como eu: Não bebam ;)
Tudo de bom e que tenham aquilo que pediram para este Natal/Ano. Votos sinceros:


Susana *

terça-feira, novembro 28, 2006

GASTÁMOS TUDO MENOS O SILÊNCIO


Gastámos tudo menos o silêncio.

Quando nos olhamos, não nos sai nem palavras,
nem gemidos, nada que nos possa fazer falar.
No meu coração, agora, apenas permanece vácuo,
rancor e ódio.
Ódio! Aquele que senti no dia em que nos transformou
a nós os dois e nos abriu as portas p'ra este mundo
terrível, cruel e irreal.
Mundo em que não vivíamos.
Mundo... que era belo, fantástico e inverosímil onde
apenas sonhávamos os dois.

Agora,
já gastámos as palavras.
Palavras que só eu ouvia quando estavas perto de mim:
carinho, conforto, paixão, amor.
Sentimentos esses que me deixavam num outro mundo
imaginado por mim, onde eu e tu mandávamos.
O tempo e a História não existiam.
Até ao momento em que comeste o fruto proibido
e saíste do meu Paraíso.

Nada resta neste coração onde reinava o amor.
Decidiste desobedecer à minha lei,
a única que te impus.
Já não cabes no meu pensar,
tornaste-te insignificante.
Abdicaste do meu Mundo para viveres no
Inferno.

A escolha foi tua porque...
... já não me amas.


by Sue

(sim fui eu que escrevi há muito, muito tempo)

*